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Amor e paciência: como se relacionam?

4 minutos para ler

O versículo que fala sobre o amor é um dos mais belos e conhecidos textos das escrituras (I Coríntios 13: 4-8). Nele, o apóstolo Paulo apresenta para a igreja de Corinto a natureza desse dom que vem de Deus, o qual é superior a todos os outros dons espirituais. Sem amor, tudo o que fazemos pela obra divina torna-se infrutífero.

Amor e paciência se complementam. O desejo de Paulo era que a graça de Deus que opera a reconciliação não fosse infrutífera nos crentes daquela cidade (2 Coríntios 6:4). Por essa razão, exercia esse dom sem fingimento, e a paciência era constante em suas tribulações. O apóstolo tinha alegria e recebia de Deus o consolo e a direção certa para suas ações (2 Timóteo 2:3).

Deseja aprender um pouco mais sobre a relação entre amor e paciência para a vida espiritual? Siga a leitura e obtenha mais informações sobre esse tema, que é fundamental para os verdadeiros cristãos.

Qual é a importância de amor e paciência na vida das pessoas?

Vivemos em uma época em que algumas pessoas se tornaram agressivas e impacientes porque perderam a intimidade com Deus. O amor e a paciência quase deixaram de existir porque muitos buscam o interesse próprio. Mas, contrariando o que o mundo apresenta com a busca incessante por poder e dinheiro, a palavra de Deus nos ensina que o amor não se irrita facilmente.

O amor e a paciência são muito importantes na vida de todas as pessoas que vivem na Terra. Aqueles que não se sentem amados por ninguém, caminham rumo à própria destruição. É pela falta de amor que muitos estão se perdendo nos vícios e na violência. A paciência é uma prova do amor que o cristão sente pelas almas que estão perdidas.

O que Coríntios 13:4-7 diz sobre esse assunto?

“O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha!” (1 Coríntios 13:4-7).

O amor é abnegado porque age em benefício do próximo. Desse modo, os cristãos devem amar, e permanecer calmos diante das adversidades (I Coríntios 13:8). O amor de Deus por nós é ilimitado (João 3:16) por esse motivo, devemos amar o nosso próximo do mesmo modo que Jesus nos amou (João 13:34; 15:9,12).

O amor não se irrita

O termo irar significa enfadar, irritar ou aborrecer. Quem está com o Senhor, anda no Espírito e não se porta com esse tipo de comportamento porque não suspeita mal, não agride com palavras e muito menos com atitudes ou gestos. A provocação e a raiva não podem coexistir com amor sincero, visto que a paciência se faz presente.

O amor não maltrata

O verdadeiro amor não se porta com imoralidade ou indecência. O cristão verdadeiro sabe que, após seu batismo nas águas, tudo se fez novo e tais práticas não podem persistir. A vida de um crente autêntico deve ir na contramão do mundo (2 Timóteo 3.14,15). Independente da situação, o amor de Deus deve se tornar evidente em tudo o que faz.

Enfim, o maior testemunho que o cristão pode oferecer é demonstrar o mais puro dos sentimentos. Se você tem amor e paciência, recebe virtude, perdão e transformação. Sem o amor, nossos dons, talentos e ações se tornam inúteis porque não há raiz e nem frutos. Quando a igreja do Senhor como um todo entender isso, muitos milagres e maravilhas começarão a acontecer (I João 4:9).

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